Trump Nomeia 'Czar da Fraude' e Acusa Prefeito de Minneapolis de Violação Legal
O Presidente Donald Trump nomeou um procurador federal para o recém-criado cargo de Procurador-Geral Adjunto para Aplicação Nacional de Fraudes, uma posição que, segundo a Time, críticos temem que possa levar a investigações politizadas. Colin McDonald lideraria a nova unidade do Departamento de Justiça, supervisionada diretamente pela Casa Branca, anunciou Trump. O cargo terá jurisdição nacional sobre questões de fraude, disse o Vice-Presidente J.D. Vance no início deste mês.
A nomeação surge no momento em que Trump acusou o Prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, de violar a lei por afirmar que Minneapolis não aplicaria as leis federais de imigração. "Alguém em seu círculo íntimo poderia, por favor, explicar que esta declaração é uma violação muito séria da Lei, e que ele está BRINCANDO COM FOGO!", escreveu Trump no Truth Social na terça-feira, de acordo com a Time. O comentário de Frey foi feito em uma postagem nas redes sociais no dia anterior, afirmando que ele deixou claro para o czar da fronteira da Casa Branca, Tom Homan, que os oficiais locais não realizariam a aplicação da lei federal de imigração.
O diretor de comunicações de Vance, William Martin, pareceu abraçar um apelido para o cargo de McDonald, citando no X uma declaração elogiosa, de acordo com a Time. A posição levanta preocupações sobre a potencial politização das investigações de aplicação da lei, pois seria diretamente supervisionada pela Casa Branca em vez do Departamento de Justiça, informou a Time.
Em outras notícias, o órgão de futebol da África emitiu multas no valor de mais de US$ 1 milhão e baniu o treinador e os jogadores do Senegal do Senegal e de Marrocos após uma final caótica da Copa Africana de futebol no início deste mês, informou a NPR. A final envolveu um protesto de abandono de campo por uma das equipes, torcedores tentando invadir o campo e brigas entre jornalistas.
Enquanto isso, o documentário "Melania", com estreia mundial agendada para sexta-feira, foi retirado dos cinemas na África do Sul pela distribuidora local, informou a Variety, citando o The New York Times. O filme já havia gerado uma controvérsia significativa.
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